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| Henri Leconte anima festa de encerramento do torneio |
10/08/2008 |
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O francês Henri Leconte animou a festa de encerramento do Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos 2008, realizada no espaço do Bar VIP, momentos depois da final que consagrou Marcelo Rios como campeão.
Muito activo, Leconte - Bruguera, Vilas, Ivanisevic, Vilas, Meligeni e Wilkinson também estiveram presentes - incentivou todos os presentes para dançarem à música do DJ Marcelo Lopes, fotógrafo do Vale do Lobo Resort Turístico de Luxo.
A festa, que se prolongou até às primeiras horas da madrugada de sábado, encerrou a oitava edição do torneio da Premier Sports.
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O francês Henri Leconte animou a festa de encerramento do Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos 2008, realizada no espaço do Bar VIP, momentos depois da final que consagrou Marcelo Rios como campeão.
Muito activo, Leconte - Bruguera, Vilas, Ivanisevic, Vilas, Meligeni e Wilkinson também estiveram presentes - incentivou todos os presentes para dançarem à música do DJ Marcelo Lopes, fotógrafo do Vale do Lobo Resort Turístico de Luxo.
A festa, que se prolongou até às primeiras horas da madrugada de sábado, encerrou a oitava edição do torneio da Premier Sports.
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| João Lagos distinguido com Prémio Carreira da Premier Sports |
10/08/2008 |
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O empresário João Lagos recebeu esta sexta-feira o Prémio Carreira, galardão instituído anualmente pela Premier Sports para distinguir uma personalidade com forte ligação ao ténis português.
O Prémio Carreira, atribuído depois da votação de um júri que reúne especialmente para o efeito, foi entregue a João lagos por Pedro Frazão, presidente da Premier Sports, a anteceder a entrega de prémios aos jogadores participantes na oitava edição do Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos.
A cerimónia iniciou-se com os troféus destinados a premiar os quintos classificados «ex-aqueo». João Cunha Silva recebeu o prémio das mãos de Pedro Alfredo, Sports & Marketing Manager da Central de Cervejas, enquanto Fernando Meligeni foi premiado por Jorge Graça, Director Comercial da Guialmi, e o brasileiro Carlos Kirmayr entregou a peça em estanho a Henri Leconte. Por fim, Guillermo Vilas foi distinguido por Margarida Martins, Marketing Manager da Hugo Boss.
O prémio para o quarto classificado, atribuído a Chris Wilkinson, foi entregue por José Ramos (Toyota) e Sergi Bruguera recebeu o troféu do terceiro classificado de Paulo Bernardo, vereador com o pelouro do desporto da Câmara Municipal de Loulé.
Rodolfo Lavrador, da Administração da Caixa Geral de Depósitos, procedeu à entrega do [+] |
O empresário João Lagos recebeu esta sexta-feira o Prémio Carreira, galardão instituído anualmente pela Premier Sports para distinguir uma personalidade com forte ligação ao ténis português.
O Prémio Carreira, atribuído depois da votação de um júri que reúne especialmente para o efeito, foi entregue a João lagos por Pedro Frazão, presidente da Premier Sports, a anteceder a entrega de prémios aos jogadores participantes na oitava edição do Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos.
A cerimónia iniciou-se com os troféus destinados a premiar os quintos classificados «ex-aqueo». João Cunha Silva recebeu o prémio das mãos de Pedro Alfredo, Sports & Marketing Manager da Central de Cervejas, enquanto Fernando Meligeni foi premiado por Jorge Graça, Director Comercial da Guialmi, e o brasileiro Carlos Kirmayr entregou a peça em estanho a Henri Leconte. Por fim, Guillermo Vilas foi distinguido por Margarida Martins, Marketing Manager da Hugo Boss.
O prémio para o quarto classificado, atribuído a Chris Wilkinson, foi entregue por José Ramos (Toyota) e Sergi Bruguera recebeu o troféu do terceiro classificado de Paulo Bernardo, vereador com o pelouro do desporto da Câmara Municipal de Loulé.
Rodolfo Lavrador, da Administração da Caixa Geral de Depósitos, procedeu à entrega do prémio ao finalista vencido, Goran Ivanisevic, que recebeu também o habitual troféu atribuído pela BlackRock, patrocinador principal do circuito, das mãos de Cristina Garcia, Head of Marketing da BlackRock para Portugal e Espanha.
O vencedor da oitava edição do torneio daPremier Sports, o chileno Marcelo Rios, recebeu o seu prémio das mãos de Diogo Gaspar Ferreira, presidente do Vale do Lobo.
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| Marcelo Rios conquista título após desistência de Goran Ivanisevic |
10/08/2008 |
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Marcelo Rios conquistou hoje o título de campeão no Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos, depois de ter beneficiado da desistência de Goran Ivanisevic na final da oitava edição do único torneio português no BlackRock ATP Tour of Champions.
O chileno Rios, que mantém-se invencível na competição da Premier Sports, tinha acabado de vencer o primeiro “set” com o parcial de 6-4 quando o croata Ivanisevic foi forçado a desistir por “não aguentar mais as dores” no joelho esquerdo.
“Jogar foi um erro. Senti a lesão no jogo com Bruguera (quarta-feira) e algumas dores no encontro com Meligeni (no dia seguinte). Apenas joguei a final por respeito”, disse.
Goran Ivanisevic, que realizou três torneios nas últimas quatro semanas, sublinhou que frente a Marcelo Rios “não conseguia correr” e que “não podia muito mais”.
\"É preciso estar a cem por cento para jogar com Marcelo Rios e cheguei a uma altura em que já não conseguia mexer o joelho\", acrescentou.
Marcelo Rios lamentou a lesão de Ivanisevic e revelou que, antes da final, o croata lhe disse que “não se sentia bem” e que “ia tentar jogar apenas o primeiro ‘set’”.
Em oito edições do torneio organizado pela Premier Sports, desde 2001, foi a primeira vez que uma final foi interrompida, terminando no final do primeiro \"set\".
Em [+] |
Marcelo Rios conquistou hoje o título de campeão no Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos, depois de ter beneficiado da desistência de Goran Ivanisevic na final da oitava edição do único torneio português no BlackRock ATP Tour of Champions.
O chileno Rios, que mantém-se invencível na competição da Premier Sports, tinha acabado de vencer o primeiro “set” com o parcial de 6-4 quando o croata Ivanisevic foi forçado a desistir por “não aguentar mais as dores” no joelho esquerdo.
“Jogar foi um erro. Senti a lesão no jogo com Bruguera (quarta-feira) e algumas dores no encontro com Meligeni (no dia seguinte). Apenas joguei a final por respeito”, disse.
Goran Ivanisevic, que realizou três torneios nas últimas quatro semanas, sublinhou que frente a Marcelo Rios “não conseguia correr” e que “não podia muito mais”.
\"É preciso estar a cem por cento para jogar com Marcelo Rios e cheguei a uma altura em que já não conseguia mexer o joelho\", acrescentou.
Marcelo Rios lamentou a lesão de Ivanisevic e revelou que, antes da final, o croata lhe disse que “não se sentia bem” e que “ia tentar jogar apenas o primeiro ‘set’”.
Em oito edições do torneio organizado pela Premier Sports, desde 2001, foi a primeira vez que uma final foi interrompida, terminando no final do primeiro \"set\".
Em 2001, o sueco Bjorn Borg apresentava uma lesão num pé, mas continuou a jogar, acabando por perder o título de campeão para o britânico Jeremy Bates, enquanto em 2005 foi o australiano Pat Cash que decidiu continuar a jogar depois de dores num pé. O norte-americano John McEnroe venceu e tornou-se no primeiro jogador a somar dois triunfos em Vale do Lobo, após a vitória em 2002.
Com o triunfo frente a Goran Ivanisevic, Marcelo Rios igualou o feito de John McEnroe. \"El Chino\", a alcunha que o chileno ganhou no circuito profissional, que abandonou em 2004, venceu em 2006, no ano de estreia no circuito mundial de veteranos.
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| Goran Ivanisevic garante que já não tem "mau temperamento" |
10/08/2008 |
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O croata Goran Ivanisevic, candidato ao triunfo na estreia no Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos, etapa do circuito mundial de veteranos, tem evidenciado na Academia de Ténis do “resort” algarvio uma imagem diferente da que apresentava quando competia no ATP.
Com 36 anos, Ivanisevic, o único na “era open” do ténis a ganhar Wimbledon com um “wild card”, em 2001, garante que “já não parte raquetas” e não “tem um mau temperamento”, sublinhando que se esforça “para ser um bom tipo”.
Quando competia no circuito profissional, que abandonou em 2004, Ivanisevic repetia que havia três Goran - “um bom, um mau e um doido” – mas que essa fase de “enfant terrible” pertence ao passado.
“Agora, só existe um Goran, normal, tranquilo. No circuito de veteranos, quando vou para o ‘court’ também quero ganhar, mas é diferente. Depois do jogos, somos todos amigos, vamos beber uma cerveja. Quando estava no circuito profissional, fechava-me no meu quarto e não saia quando perdia”, salienta.
Durante mais de uma década como profissional, Goran Ivanisevic também elegia como oponentes “os árbitros, o público, os apanha-bolas e os ‘courts’”, mas o croata reconhece agora que “jogar contra tantos opositores era muito difícil”.
“Às vezes, eu era o maior inimigo de mim próprio. Tive de aprender [+] |
O croata Goran Ivanisevic, candidato ao triunfo na estreia no Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos, etapa do circuito mundial de veteranos, tem evidenciado na Academia de Ténis do “resort” algarvio uma imagem diferente da que apresentava quando competia no ATP.
Com 36 anos, Ivanisevic, o único na “era open” do ténis a ganhar Wimbledon com um “wild card”, em 2001, garante que “já não parte raquetas” e não “tem um mau temperamento”, sublinhando que se esforça “para ser um bom tipo”.
Quando competia no circuito profissional, que abandonou em 2004, Ivanisevic repetia que havia três Goran - “um bom, um mau e um doido” – mas que essa fase de “enfant terrible” pertence ao passado.
“Agora, só existe um Goran, normal, tranquilo. No circuito de veteranos, quando vou para o ‘court’ também quero ganhar, mas é diferente. Depois do jogos, somos todos amigos, vamos beber uma cerveja. Quando estava no circuito profissional, fechava-me no meu quarto e não saia quando perdia”, salienta.
Durante mais de uma década como profissional, Goran Ivanisevic também elegia como oponentes “os árbitros, o público, os apanha-bolas e os ‘courts’”, mas o croata reconhece agora que “jogar contra tantos opositores era muito difícil”.
“Às vezes, eu era o maior inimigo de mim próprio. Tive de aprender e de me tornar mais profissional. Houve momentos em que perdia uma partida por cinco ou seis jogos de diferença porque não pensava. Tive de disciplinar-me”, sublinha o croata, medalha de bronze em singulares e em pares nos Jogos Olímpicos Barcelona92.
Na memória colectiva permanece o gesto obsceno que o croata, com a alcunha de “rei dos ases”, fez no final de um encontro com Emanuel Couto, numa eliminatória da Taça Davis, em Setembro de 1994, na Foz, no Lawn Tennis Clube da Foz, Porto.
“Não havia muitas pessoas a assistir, mas havia cinco ou seis tipos a provocarem-me, a dizerem-me coisas más. Depois do jogo mostrei o dedo do meio. Não o devia ter feito, mas tinha acabado de jogar duas horas. Era jovem”, recorda Ivanisevic.
O croata pediu “desculpa pelo gesto” e assegurou que “não tinha a intenção de magoar quem quer que fosse”, até porque considera Portugal um país “simptático”, destacando que que “bons restaurantes, com bom peixe, como na Croácia”.
Em 2004, Goran Ivanisevic voltou ao nosso país e jogou com Rafael Nadal no Estoril Open. “Perdi com ele e foi a primeira vez que vi Nadal na minha minha vida. Quando o vi, disse que seria o futuro campeão de Roland Garros e, no ano seguinte, ele começou a ganhar em Paris”, lembra.
Mantém o gosto pelo futebol, mas agora não pratica muito. “Em 2001, quando estive lesionado, treinei no Hadjuk Split, mas gosto mais de jogar ténis”, diz o fã do West Bromwich Albion, clube que ascendeu esta época à I Divisão inglesa de futebol.
No circuito de veteranos, no qual ocupa actualmente o terceiro lugar, Goran Ivanisevic joga “sete ou oito torneios por ano”, que concilia com “negócios e caridade”.
Até final do ano, conta fazer “mais dois ou três torneios”, dos quais um é o “Masters” do BlackRock ATP Tour of Champions, em Londres, no Royal Albert Hall, onde prevê encontrar o norte-americano Pete Sampras, “que lhe ocupou muitos dias de vida”.
Em 94, Sampras “roubou” ao croata a possibilidade de ser número um mundial e o croata não esquece. “Em Londres, jogarei com ele. Vou-me preparar para esse encontro especial. Em Londres, bati-o uma vez em 92, nas meias-finais de Wimbledon. Mas devia batê-lo na final e não nas meias-finais, porque ninguém se lembra das meias-finais”, frisa.
Enquanto não chega o momento do ajuste de contas, Goran é à família que prefere dedicar-se mais. “Tenho bastante actividade porque sou pai”, nota, acrescentando: “Tenho uma filha de cinco anos – Amber – e um filho de nove meses – Emmanuel – e meu grande objectivo é ser um bom pai, criá-los da melhor forma. É uma grande aventura ter filhos. Ténis é muito divertido, mas agora é isto. Agora percebo os meus pais”.
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| Marcelo Rios assume estar "mais descontraído" e "maduro" |
10/08/2008 |
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O outro finalista e candidato a vencer a oitava edição do Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos é o chileno Marcelo Rios, também ele mais descontraído e simpático no BlackRock ATP Tour of Champions do que quando competia no circuito profissional de ténis, que abandonou há quatro anos.
É o próprio chileno que está mais descontraído, pois no circuito de veteranos “não há tanta competitividade”, mas recusa que o vejam “mais brando e mais afável”.
Marcelo Rios refere que nunca se preocupou em construir uma imagem de rebelde. “Sou assim, é o meu jeito. Não vou ser como as pessoas querem que eu seja. Sou feliz assim e vou continuar a sê-lo, pois é a minha maneira de ser, aceitem ou não”, diz o chileno, admitindo que não gosta muito de dar entrevistas.
“É verdade que não gostei muito, mas também depende das perguntas ou de mim”, salienta Rios, 32 anos, o mais novo entre os participantes nesta edição do Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos.
Em Março de 1998, Rios ocupou o primeiro lugar da hierarquia do circuito profissional, onde conquistou um total de 18 títulos, mas sem vencer nenhum de uma das quatro provas que compõem o Grand Slam. Aliás, o melhor resultado que apresenta no palmarés é a final do Open da Austrália de 1998, que perdeu para Petr Korda.
“Agora [+] |
O outro finalista e candidato a vencer a oitava edição do Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos é o chileno Marcelo Rios, também ele mais descontraído e simpático no BlackRock ATP Tour of Champions do que quando competia no circuito profissional de ténis, que abandonou há quatro anos.
É o próprio chileno que está mais descontraído, pois no circuito de veteranos “não há tanta competitividade”, mas recusa que o vejam “mais brando e mais afável”.
Marcelo Rios refere que nunca se preocupou em construir uma imagem de rebelde. “Sou assim, é o meu jeito. Não vou ser como as pessoas querem que eu seja. Sou feliz assim e vou continuar a sê-lo, pois é a minha maneira de ser, aceitem ou não”, diz o chileno, admitindo que não gosta muito de dar entrevistas.
“É verdade que não gostei muito, mas também depende das perguntas ou de mim”, salienta Rios, 32 anos, o mais novo entre os participantes nesta edição do Vale do Lobo Grand Champions Caixa Geral de Depósitos.
Em Março de 1998, Rios ocupou o primeiro lugar da hierarquia do circuito profissional, onde conquistou um total de 18 títulos, mas sem vencer nenhum de uma das quatro provas que compõem o Grand Slam. Aliás, o melhor resultado que apresenta no palmarés é a final do Open da Austrália de 1998, que perdeu para Petr Korda.
“Agora é que devia ser número um do mundo”, defende o chileno, explicando: “Tudo aconteceu depressa demais quando fui número um. Fui imaturo, era muito jovem. Se me perguntassem se queria ser número um agora, eu resondia que sim, pois era a altura certa. Estou mais maduro e ciente do que faço”.
No entanto, Rios diz que “não se pode voltar atrás” e orgulha-se do que fez, sublinhando que foi “mais feliz” quando deixou o circuito profissional, onde esteve durante 10 anos, do que quando começou a jogar ténis, “para fugir à escola”, como acentua.
Agora, depois de ter estudao gestão, Marcelo Rios divide-se entre os negócios – o pai tem uma empresa de construção civil – e o ténis. “Vivo dias muitos tranquilos e quero continuar assim. Estou sossegado!”, conclui.
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